DICAS DE SEGURANÇA 2024: Diferenças entre “Cibercriminoso” e “Hacker”.

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Após o fim do TESTE de avaliação (dezembro de 2023/janeiro de 2024) dos anteriores subscritores, estamos a iniciar as Dicas de Segurança 2024 (TIPS).

Como sabe, estas comunicações semanais fazem parte do Plano de Formação em Cibersegurança e Privacidade da sua organização. Por conseguinte, ao longo deste ano, receberá pílulas de formação relacionadas com os diferentes tipos de ciberataques que podemos sofrer em 2024. Tanto a nível pessoal como profissional.

Para além de cada ciberataque explicado, damos-lhe algumas breves recomendações sobre como evitar ser vítima deste tipo de incidente e de fraude.

Na DICA de hoje, vamos começar por explicar a diferença entre “Cibercriminoso” e “Hacker”. Dois conceitos que ouvirá cada vez mais frequentemente nos meios de comunicação social e que serão mencionados em muitos dos DICAS.

  • Cibercriminoso (o “mau da fita”): Pode ser um criminoso que utiliza as novas tecnologias para cometer outros crimes (por exemplo, tráfico de droga na Internet), um burlão para cometer fraudes (por exemplo, falsas promoções) ou qualquer outro criminoso que tente danificar os sistemas informáticos dos Utilizadores e das Organizações, quer tenha lucro com isso (tráfico de informação ou chantagem) ou não (amadores que testam os seus conhecimentos num ambiente real).
  • Hacker (o “bom”): Apesar de estarmos habituados a confundi-los e de alguns meios de comunicação social ainda o fazerem, atualmente, o termo “Hacker” está mais associado a um perito ou auditor de cibersegurança, que tenta reportar, resolver ou extrair provas relacionadas com o estado de segurança de uma organização ou com um ciberataque já ocorrido. Isto pode ser feito tanto ao nível do teste dos sistemas informáticos, como através de simulações lançadas aos utilizadores que permitam extrair resultados para melhorar a cibersegurança. O que conhecemos como “engenharia social”, que veremos o que significa, num DICA correspondente em 2024.

* Definições adoptadas por organizações e instituições oficiais de cibersegurança, como o INCIBE e equivalentes.